Administrativas — 06 de agosto de 2013

O método de cálculo utilizado pelo Governo para correção do FGTS realizado com base na TR (taxa referencial) não recompõe de maneira justa os valores depositados no FGTS diante da inflação; Resultando em uma enorme perda do poder aquisitivo do trabalhador.

Diante de tal injustiça, por exemplo, sem considerar os juros de 3% ao ano do FGTS, o trabalhador que em janeiro de 1999 tinha R$1.000,00 em sua conta vinculada com a correção pela TR teria hoje apenas R$ 1.340,47. Esta correção monetária deveria ter sido realizada por um índice que acompanhasse a inflação oficial do período, como o INPC, sendo assim os cálculos corretos indicariam que a mesma conta deveria ter, com a correção pelo INPC, R$ 2.586,44.

Uma perda de R$ 1.245,97.

Em resumo, a reposição do FGTS devido ao trabalhador pode chegar a até 88,3%, devido à correção errada da TR, que é aplicada sobre o Fundo de Garantia.

Só nos últimos dois anos houve, aproximadamente, 11% de perda.

TODOS TÊM direito, inclusive os aposentados.

Amigos não deixem de buscar seus direitos, compareça ao seu Sindicato com os seguintes documentos:

  • Cópia da Cédula de Identidade – RG;

  • Cópia do PIS ou PASEP (cópia da página da Carteira Profissional, onde o número do PIS está anotado);

  • Comprovante de residência;

  • Extrato do FGTS, de janeiro de 1999 até a presente data, fornecido pela CAIXA ECONÔMICA FEDERAL de forma gratuita. Podendo também ser obtido no site http://www.fgts.gov.br/trabalhador/servicos_online/ com senha obtida junto à Caixa Econômica Federal;

  • Carta de Concessão da aposentadoria (no caso de aposentados) para provar o saque do FGTS com a aposentadoria.

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bel

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